Tuesday, April 28, 2015

Alibaba has partnered with China’s biggest telecom operator to sell low-cost smartphones to people in rural areas for prices as low as 299 RMB ($48).
The deal with China Telecom, which has 186 million users, is part of a two-pronged strategy for the e-commerce giant, which sees smaller cities as key to its growth plans for its e-commerce business and operating system YunOS.
A line of eight inexpensive smartphone models from obscure brands like Uniscope, Ctyon, and Kingsun will come loaded with YunOS, the operating system developed by Alibaba to compete with Android. Six pricier models from better-known makers like Coolpad, Hisense, and TCL, on the other hand, will have Alibaba’s shopping app Mobile Taobao pre-installed.
The smartphones will be sold in China Telecom stores. The telco had 15,000 retail outlets in rural China at the end of 2015 and is planning to add more locations.
The company wants to position YunOS as an alternative to Android, which holds a 80.4 percent market share in Chinese cities according to Kantar.
Despite moves like a $590 million investment in smartphone maker Meizu, which uses YunOS on some of its handsets and a partnership with Quixey to power YunOS search, however, the operating system has yet to take off and had just 10 million users as of October 2014.
Alibaba may have better luck expanding its e-commerce business in rural areas by targeting rural areas. A report by Alibaba research unit AliResearch estimates that China’s rural e-commerce market will hit 460 billion RMB ($75 billion) by 2016, with rural residents spending an average of $80 to $300 online each year. Furthermore, merchants living in rural areas have opened 480,000 stores on Taobao.
The online marketplace is so important to the economy of some farming communities thatthey’ve been dubbed “Taobao Villages.”
Founder and executive chairman Jack Ma has said that Alibaba’s near-term expansion planswill focus on smaller Chinese cities instead of overseas markets.
Though buyers from so-called “third-tier” and “fourth-tier” cities tend to make smaller purchases than their counterparts in larger cities, like Shanghai and Beijing, but they are still an important growth driver, and helped push the company’s sales on last year’s Singles’ Day online shopping bonanza to a record $9.3 billion.
Buyers using mobile devices accounted for 42.6 percent of sales, underscoring why it’s important to get smartphones and Alibaba’s shopping app into the hands of potential customers.
http://techcrunch.com/2015/04/26/alibaba-rural/


Chinese e-commerce titan Alibaba Group Holding will inject its online-pharmacy business into the company’s Hong Kong-listed healthcare arm in a HK $ 19.4 billion deal($ 2.5 billion), as the group seeks new opportunities in China’s fast growing healthcare sector.
Alibaba Health Information Technology will issue shares and convertible bonds to acquire an online transaction platform for web pharmacies on Tmall, Alibaba’s business-to-consumer website. Alibaba Group will own almost 56% of Alibaba Health when the bonds are fully converted, it said in a statement today. Currently it has a 38% stake.
Alibaba Health will issue shares at HK$ 5.28. The conversion price will be HK $5.8 per share.
After the deal, Alibaba health will be better positioned to enter the online-prescription drugs market, according to the statement. Pharmacies on Tmall currently sell over-the-counter medicines, contact lenses, medical devices and other products. But the government in Beijing is widely expected to hand out licenses allowing sales of prescription drugs online.
Prescription-drug spending in China is expected to reach $120 per capita in 2018 from about $ 70 in 2013, according to a report from IMS Health Institute for Informatics. The country’s total healthcare spending will grow from $ 357 billion in 2011 to $ 1 trillion in 2020, projected McKinsey& Co.
ForbesBrandVoice
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Alibaba Health is already testing a smartphone app that allows customers to quickly fill prescriptions. Using their smartphone cameras, customers can upload photos of prescriptions and check availability and prices at nearby pharmacies.
Alibaba is also eyeing other healthcare opportunities. The group’s financial payment affiliate Alipay seeks to considerably shorten appointment time by letting users book appointments at selected hospitals through a smartphone app. Patients could also make payments and receive diagnostic results using their smartphones.




Saturday, April 11, 2015

Brando was an avid student and proponent of Stella Adler, from whom he learned the techniques of the Stanislavski System. This technique encouraged the actor to explore his own feelings and past experiences to fully realize the character being portrayed. Brando's remarkable insight and sense of realism was evident early on. Adler used to recount that when teaching Brando, she had instructed the class to act like chickens, and added that a nuclear bomb was about to fall on them. Most of the class clucked and ran around wildly, but Brando sat calmly and pretended to lay an egg. Asked by Adler why he had chosen to react this way, he said, "I'm a chicken—What do I know about bombs?"[15] Despite being commonly regarded as a Method actor, Brando disagreed. 

http://en.wikipedia.org/wiki/Marlon_Brando

Friday, April 10, 2015

História da Segurança Social (parte I)

Neste artigo e no seguinte, descrevemos a história da Segurança Social em Portugal. No primeiro artigo da série, cobrimos o período que decorre da origem do sistema até aos anos 90, revisitando os principais momentos de transformação e diplomas legais. 

As origens 

O sistema português de segurança social tal como o conhecemos hoje tem origem na doutrina corporativista do período entre as duas guerras, quando se estabeleceu um sistema de previdência social. Este sistema era bastante limitado inicialmente, tanto no campo de aplicação pessoal (pessoas, ramos de actividade e profissões abrangidas) como no campo de aplicação material (eventualidades cobertas).
Foi só a partir do final do século XIX, sobretudo graças ao associativismo operário, que em Portugal se começou a ver um crescimento significativo de associações de assistência mutualista. O seu principal papel era sobretudo a prestação de cuidados médicos e fornecimento de medicamentos, mas estas também atribuíam subsídios aos seus associados em situações de incapacidade para o trabalho. Porém, não garantiam muito mais que isso, o que levou à necessidade e urgência da criação das primeiras caixas de aposentações.
A primeira tentativa de criar um seguro social obrigatório para trabalhadores de baixos rendimentos remonta a 1919. Na altura, foi também tentado o Instituto de Seguros Sociais Obrigatórios, que estaria encarregue da concessão de prestações nas eventualidades de doença, invalidez, velhice, sobrevivência, desemprego e acidentes de trabalho. Mas, esta tentativa não passou disso mesmo.
Apenas em 1935 foi possível lançar as bases para a criação de um sistema similar ao que a maioria dos países da Europa já possuía. As leis da então denominada previdência social passaram a proteger os trabalhadores por conta de outrem, do comércio, indústria e serviços na doença (cuidados de saúde e subsídio de doença), invalidez, velhice e morte. Já os trabalhadores agrícolas e das pescas viriam a ser enquadrados em sistemas de protecção social específicos, geridos pelas casas do povo e casas dos pescadores.
Em 1962, este sistema foi reformado, alterando-se o método de equilíbrio financeiro das instituições de previdência, passando do regime de capitalização estrita para o da capitalização mitigada, o que permitiu melhorar as prestações já existentes e alargar a protecção às eventualidades de maternidade e de encargos familiares. Os trabalhadores independentes foram incluídos pela primeira vez.

O Pós-25 de Abril 

 A década de 1970 trouxe profundas mudanças, alargando-se e consolidando-se o conceito de direito universal de protecção social. Sobretudo a partir do período pós-25 de Abril. A Constituição passa a prever o direito à Segurança Social, concretizado nas sucessivas leis de bases que o foram ajustando à evolução social e económica.
O esforço feito para a sua universalização foi, apesar de tudo, anterior a estas. Exemplos disso foram a implementação de medidas vitais como a pensão social, que beneficia todas as pessoas com idade superior a 65 anos que não exercessem actividade remunerada e não estivessem abrangidas por qualquer esquema de previdência, bem como aos inválidos com idade superior a 14 anos.
Até 1980, outras importantes alterações com vista ao alargamento e a uma maior universalidade da protecção social, que versaram sobretudo a criação do regime não contributivo, são introduzidas: o suplemento de pensão a grandes inválidos, o abono de família, a integração dos trabalhadores do serviço doméstico no regime geral de previdência, a criação do regime do seguro social voluntário facultativo para cidadãos nacionais maiores de 18 anos não cobertos por qualquer regime, a criação do regime transitório para todos os trabalhadores independentes, a reformulação do regime para trabalhadores agrícolas e inserido o regime de protecção social a desalojados.
Outras medidas de inegável importância efectuadas neste período foram a criação do subsídio de desemprego para os trabalhadores por conta de outrem (ainda que a nível experimental), a introdução de novas prestações como o subsídio de natal para os pensionistas ou a criação do sistema de verificação de incapacidades permanentes.

Alargar a universalidade 

 Até ao final da década de 90, o sistema de Segurança Social em Portugal não assistiu a nenhuma “revolução” como na década anterior, mas antes à sua crescente regulamentação. Um dos maiores contributos para isso foi a aprovação, em 1984, da primeira Lei de Bases da Segurança Social, que estabeleceu, como objetivos do sistema a garantia da protecção dos trabalhadores e das suas famílias nas situações de falta ou diminuição de capacidade para o trabalho, de desemprego e de morte, a compensação dos encargos familiares e a protecção das pessoas em situação de falta ou diminuição de meios de subsistência.
É criado o subsídio de desemprego cuja duração e montante estão directamente ligados aos períodos de trabalho e de contribuições do trabalhador, assim como o subsídio social de desemprego, integrado no regime não contributivo.
A protecção na doença é objecto de reformulação global, procurando-se uma maior clareza nos direitos reconhecidos e a racionalização dos meios para o pagamento atempado das prestações.
Por outro lado, ao proteger mais a maternidade, paternidade e adopção, começou a caminhar-se para uma maior valorização da família e, na invalidez e velhice, é feita a integração dos sistemas de Segurança Social no regime unitário, é instituído o regime da pensão unificada para trabalhadores abrangidos pelo sistema de Segurança Social e pelo sistema de protecção social da função pública. É também instituído o subsídio por assistência de terceira pessoa a deficientes titulares de outras prestações.
Em matéria de financiamento, a Lei de Bases prevê que o regime geral é financiado pelo orçamento da Segurança Social, enquanto o regime não contributivo e a acção social são financiados por transferências do Estado. É aprovado o regime sancionatório no âmbito da Segurança Social.
Do lado das contribuições, a taxa social única entra em vigor em 1986 e são fixadas as taxas de contribuições a pagar pelos trabalhadores e entidades patronais. Tendo em vista a necessidade de regulamentar a concessão de benefícios complementares que já abrangiam um considerável número de trabalhadores e de empresas, são regulamentados os regimes profissionais complementares.

A década da consolidação

 Os anos 90 voltam a trazer algumas mudanças, inspiradas e motivadas pelas alterações no tecido económico e social do país. No início dos anos 90, reformulou-se o enquadramento jurídico dos fundos de pensões, instituiu-se o regime de pré-reforma, criou-se o sistema de verificação de incapacidades temporárias (SVIT) e foi aprovado o Código das Mutualidades.
Em 1993 houve uma reformulação das pensões de invalidez e velhice do regime geral, introduzindo-se a igualdade entre sexos para a idade da reforma, alterando-se o método de cálculo das pensões e ampliando-se os prazos de garantia e reintroduzindo o sistema de desagregação da taxa contributiva global por eventualidade. Foi também criado o “complemento social”, sem base contributiva. O regime dos independentes foi alterado com a introdução de um esquema obrigatório e outro facultativo.
Foi reforçado o quadro sancionatório dos regimes de protecção social, definindo e penalizando os crimes contra a Segurança Social através do alargamento do campo de aplicação do regime jurídico das infracções fiscais não aduaneiras.
Em 1996, na sequência de uma recomendação comunitária, foi criado o Rendimento Mínimo Garantido, como prestação do regime não contributivo em conjunto com um programa de inserção social.
Ao assumir a necessidade de uma protecção mais eficaz para os trabalhadores de grupos etários mais elevados foi aumentada a duração da concessão das prestações de desemprego, surgindo uma nova medida de subsídio de desemprego parcial. Por outro lado, é criada uma nova prestação, designada por subsídio familiar a crianças e jovens, que substitui as prestações de abono de família e subsídios de aleitação e de nascimento, passando os respectivos montantes a ser modulados em função dos rendimentos familiares. Paralelamente, numa óptica de salvaguarda do equilíbrio financeiro do sistema e de racionalização do esquema de prestações, procede-se à unificação dos benefícios concedidos no primeiro ano de vida — abono de família e subsídios de nascimento e aleitação.
A protecção na maternidade, paternidade e adopção são alvo de sucessivas alterações legislativas neste período, em parte devido à necessidade da aplicação dos normativos comunitários. Para os casos de pensões de invalidez e velhice, são várias as medidas adoptadas, nomeadamente quanto à idade e sua uniformização de género. É alterado o prazo de garantia e aumentado o número de anos de carreira contributiva para efeitos de cálculo do valor das pensões. São também alterados os regimes de acesso à acumulação de pensões e o regime jurídico da pré-reforma.
É instituída uma nova prestação – o complemento por dependência - para os pensionistas de invalidez, velhice e sobrevivência do regime geral de Segurança Social e das pensões do regime não contributivo e equiparados em situação de dependência. Inicia-se, nos centros regionais de Segurança Social, o sistema de verificação de incapacidades temporárias para o trabalho (SVIT) dos beneficiários dos regimes de Segurança Social, posteriormente substituído pelo sistema de verificação de incapacidades (SVI).
No início dos anos 90, assiste-se ainda à reformulação global do regime jurídico da constituição dos fundos de pensões e no final da década, é criado o Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social, com vários objectivos, designadamente assegurar a estabilização financeira, através da adopção de medidas de maior flexibilidade no financiamento da Segurança Social, bem como a gestão, em regime de capitalização, do património e das disponibilidades financeiras que lhe são afectas.
https://www.aminhapensao.pt/pt/blog/historia-da-seguranca-social-parte-i.html

Portugueses explicam restrição calórica travar envelhecimen


Portugueses explicam como a restrição calórica poderá travar envelhecimento

Uma equipa de neurocientistas da Universidade de Coimbra descobriu um mecanismo que poderá explicar por que razão, quando se reduz 20 a 40% o número de calorias ingeridas por ratinhos – sem contudo provocar subnutrição –, isso não só atrasa o envelhecimento dos animais como também prolonga a sua vida. Cláudia Cavadas e sua equipa do Centro de Neurociências e Biologia Celular (CNC) da Universidade de Coimbra descreveram recentemente os seus resultados na revista norte-americana Proceedings of the National Academy of Sciences.

Antes de mais, eis algumas peças do puzzle que estes autores conseguiram agora fazer encaixar. Primeiro, como fazem notar no seu artigo, uma das principais características do envelhecimento reside na diminuição da qualidade do “serviço de limpeza” interno das células. Tecnicamente designado de “autofagia”, este mecanismo permite que as células vivas reciclem aqueles seus componentes que já não funcionam ou que deixaram de ter utilidade. E é fácil imaginar que, se as células não se conseguissem assim “auto-canibalizar”, ficariam rapidamente “entupidas” pelo lixo que elas próprias produzem.

Por outro lado, escrevem os cientistas, descobriu-se recentemente que o hipotálamo, estrutura cerebral que regula o metabolismo corporal, é uma peça-chave do controlo do envelhecimento do organismo – e que influi sobre a longevidade.

Mais: nos animais idosos, não só os níveis de autofagia celular, mas também os níveis de uma das principais substâncias presentes no hipotálamo – o neuropéptido Y – diminuem. Acrescente-se por fim outro facto conhecido: pelo menos em parte, a restrição calórica, tal como já referida, atrasa o envelhecimento porque faz aumentar os níveis de autofagia.

Por isso, lê-se ainda no artigo, os cientistas decidiram testar a seguinte hipótese: que o neuropéptido Y “poderia ter um papel de relevo na modulação da autofagia no hipotálamo”. Uma hipótese que, a confirmar-se, permitiria ligar, via um mecanismo concreto, a restrição calórica drástica ao atraso no envelhecimento e ao aumento da longevidade. Foi o que aconteceu.

No seu estudo, os cientistas começaram por colher neurónios no hipotálamo de ratinhos e fazê-los crescer num meio de nutrientes que imitava as condições de uma dieta muito restrita em calorias, explica em comunicado a Ciência Viva – Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica. E como previsto, observaram que os níveis de autofagia nos neurónios aumentavam muito para além do normal nestas condições. Todavia, apenas aumentava se a acção do neuropéptido Y não tivesse sido (artificialmente) bloqueada. O efeito da restrição calórica no nível de autofagia celular parecia portanto depender do neuropéptido Y.

Numa segunda fase, os autores mostraram ainda que, em ratinhos mutantes que produzem níveis muito altos do neuropéptido Y no seu hipotálamo, o nível de autofagia aumentava. Tudo isto sugere fortemente que o efeito benéfico, em termos de envelhecimento e longevidade, da restrição calórica parece passar pelo aumento dos níveis do neuropéptido Y no hipotálamo.

“Este estudo, realizado durante cerca de três anos no CNC e que envolveu vários investigadores, mostra, pela primeira vez, que o neuropéptido Y no hipotálamo é um elemento fundamental para que ocorra um aumento da autofagia induzida pela restrição calórica”, diz Cláudia Cavadas em comunicado da Universidade de Coimbra.

No seu artigo, os cientistas especulam que “a modulação dos níveis hipotalámicos poderá ser considerada como uma potencial estratégia para produzir efeitos protectores contra as disfunções do tálamo associadas ao envelhecimento e para retardar o envelhecimento”. E em particular, o envelhecimento do próprio cérebro, que leva a desenvolver doenças neurodegenerativas como a Alzheimer ou a Parkinson.

Contudo, ainda vai ser preciso testar se o mesmo mecanismo existe no cérebro humano. Há coisas que ainda não estão explicadas, como por exemplo a razão pela qual, nomeadamente em ratinhos selvagens, a restrição calórica não produz os mesmos efeitos do que nos ratinhos de laboratório.

Seja como for, existem indícios que apontam para um mecanismo semelhante na nossa espécie. “Nos seres humanos, o aumento dos níveis do neuropéptido Y também poderá estar correlacionado com benefícios em termos de longevidade”, salientam os cientistas, “uma vez que as mulheres centenárias apresentam maiores níveis do neuropéptido Y no plasma [do sangue] do que as mulheres mais novas”.

Fonte: http://www.publico.pt/ciencia/noticia/p ... to-1690953
A situação humanitária é “catastrófica”, no Iémen, alerta a Cruz Vermelha.
Aden, de onde teve de fugir o presidente Abd Rabbo Mansur Hadi, continua a resistir ao cerco dos huthis, mas os combates são diários. A cidade portuária está sem electricidade, a água e a comida escasseiam.
Na capital, Sanaa, controlada pelos huthis, a situação não é melhor, com bombardeamentos diários da parte da coligação liderada pela Arábia Saudita.
A população está desesperada:
“Apelo a que salvem a população do Iémen. Há mais pessoas a morrer dentro dos hospitais, que não dão vazão a tantos feridos, do que os que recebem os primeiros socorros na rua”, afirma uma vítima dos bombardeamentos.
UNICEF também já alertou para uma “catástrofe humanitária” iminente, no Iémen.
A mãe de uma criança queimada durante os bombardeamentos quer vingança, pergunta: “Se os filhos deles tivessem no lugar do meu, como é que eles iriam reagir? A situação é terrível neste momento. As nossas crianças são queimadas assim e ficámos sem as nossas casas”, lamenta, antes de pedir uma “punição” divina dos responsáveis pelo sofrimento do filho.
Um primeiro avião da Cruz Vermelha, com pessoal médico, já aterrou em Sanaa. Outros dois, com 48 toneladas de ajuda médica, devem chegar nas próximas 48 horas.
Segundo a OMS, pelo menos 549 pessoas morreram e mais de 1700 ficaram feridas desde o inicio da ofensiva contra os rebeldes, a 19 de Março, há menos de 3 semanas.
Pelo menos dois soldados do Iémen foram mortos, esta terça-feira, num posto fronteiriço com a Arábia Saudita, cerca de 440 km a nordeste da capital, Sanaa. As autoridades suspeitam que o ataque foi levado a cabo por militantes da Al-Qaeda.
O reino saudita está a reforçar o controlo das fronteiras com o Norte do Iémen, o feudo dos rebeldes xiitas huthis que, até a um bombardeamento na semana passada, adquiriam muitas das suas armas num mercado próximo de Jazan, uma cidade saudita nas margens do Mar Vermelho, a poucos quilómetros da fronteira.

pt.euronews.com/2015/04/07/iemen-situacao-humanitaria-e-catastrofica-cruz-vermelha/
"Patterns appearing on both the very large and very small scale are extremely rare, but researchers at Okinawa Institute of Science and Technology Graduate University (OIST) in Japan have found a similar pattern in two apparently unrelated systems -- skin cells and fairy circles in the Namibian desert.


"It's a completely amazing, strange match," said Prof. Robert Sinclair, who heads the Mathematical Biology Unit at OIST.
Desert fairy circles are considered one of nature's greatest mysteries because no one knows how they form. Different from mushroom rings, these fairy circles are large barren patches of earth ringed by short grass dotting the desert like craters on the moon or big freckles. Several groups are racing to figure out this bizarre phenomenon. Sinclair and his collaborator, Haozhe Zhang, believe they have identified a small, but vital piece of the puzzle.
The distribution of fairy circles throughout the desert may look random, but turns out to have a pattern that very closely matches the distribution pattern of skin cells. A pattern spanning such drastically different size scales -- microscopic skin cells and the desert landscape -- is almost unheard of in nature.
"It is still difficult to say why exactly they are similar, but the fact that they are similar is already very important," Sinclair said. "This is suggesting there may be such types of patterns that cover really different size scales."
The research was recently published in Ecological Complexity.
To conduct the analysis, Sinclair and Zhang compared the number of neighbors adjacent to fairy circles and skin cells. They took satellite images of fairy circles, and a computer drew lines halfway between each pair of circles to designate invisible boundaries, much like cell walls. The computer then counted how many neighbors surround each fairy circle. Other researchers had calculated skin cell neighbors several years ago.
The results were almost identical. Both the majority of fairy circles and majority of cells have six neighbors. But the similarity gets even more specific -- the percentage of fairy circles with four, five, six, seven, eight and nine neighbors is essentially the same as the skin cells.
"I didn't expect it to be so close," Sinclair said. "We spent a lot of time checking because it really looked too close to believe."
Many theories about how fairy circles form -- from rolling zebras to underground gases to dying trees -- have been proven incorrect. Now, some scientists are developing mathematical models attempting to explain the origin of fairy circles.
"These models have to incorporate our results," said Zhang, a Ph.D. student in the Department of Statistics at Iowa State University, who conducted the research at OIST with Sinclair in 2013.
The researchers suspect the patterns might be similar because both skin cells and fairy circles are fighting for space. If true, scientists might one day be able to glean information about systems just by analyzing patterns. For example, they could search for signs of life on other planets or moons, where images are usually the only data initially available.
Finding such a pattern could also benefit ecology and biology in general. Understanding processes on one scale could illuminate what is happening at the other end of the spectrum. "Otherwise, we need a whole new theory for each type of system we study, and may miss general principles, or, as some say, not see the forest for the trees," Sinclair said."
http://www.sciencedaily.com/releases/2015/04/150407084848.htm

"Astronomers have discovered that a distant galaxy -- seen from Earth with the aid of a gravitational lens -- appears like a cosmic ring, thanks to the highest resolution images ever taken with the Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA).
Forged by the chance alignment of two distant galaxies, this striking ring-like structure is a rare and peculiar manifestation of gravitational lensing as predicted by Albert Einstein in his theory of general relativity.
Gravitational lensing occurs when a massive galaxy or cluster of galaxies bends the light emitted from a more distant galaxy, forming a highly magnified, though much distorted image. In this particular case, the galaxy known as SDP.81 and an intervening galaxy line up so perfectly that the light from the more distant one forms a nearly complete circle as seen from Earth.
Discovered by the Herschel Space Observatory, SDP.81 is an active star-forming galaxy nearly 12 billion light-years away, seen at a time when the Universe was only 15 percent of its current age. It is being lensed by a massive foreground galaxy that is a comparatively nearby 4 billion light-years away.
"Gravitational lensing is used in astronomy to study the very distant, very early Universe because it gives even our best telescopes an impressive boost in power," said ALMA Deputy Program Scientist Catherine Vlahakis. "With the astounding level of detail in these new ALMA images, astronomers will now be able to reassemble the information contained in the distorted image we see as a ring and produce a reconstruction of the true image of the distant galaxy."
The new SDP.81 images were taken in October 2014 as part of ALMA's Long Baseline Campaign, an essential program to test and verify the telescope's highest resolving power, achieved when the antennas are at their greatest separation: up to 15 kilometers apart.
The highest resolution image of SDP.81 was made by observing the relatively bright light emitted by cosmic dust in the distant galaxy. This striking image reveals well-defined arcs in a pattern that hints at a more complete, nearly contiguous ring structure. Other slightly lower-resolution images, made by observing the faint molecular signatures of carbon monoxide and water, help complete the picture and provide important details about this distant galaxy.
Though this intriguing interplay of gravity and light in SDP.81 has been studied previously by other observatories, including radio observations with the Submillimeter Array and the Plateau de Bure Interferometer, and visible light observations with the Hubble Space Telescope, none has captured the remarkable details of the ring structure revealed by ALMA.
"The exquisite amount of information contained in the ALMA images is incredibly important for our understanding of galaxies in the early Universe," said astronomer Jacqueline Hodge with the National Radio Astronomy Observatory in Charlottesville, Va. "Astronomers use sophisticated computer programs to reconstruct lensed galaxies' true appearance. This unraveling of the bending of light done by the gravitational lens will allow us to study the actual shape and internal motion of this distant galaxy much more clearly than has been possible until now."
For these observations, ALMA achieved an astounding maximum resolution of 23 milliarcseconds, which is about the same as seeing the rim of a basketball hoop atop the Eiffel Tower from the observing deck of the Empire State Building.
"It takes a combination of ALMA's high resolution and high sensitivity to unlock these otherwise hidden details of the early Universe," said ALMA Director Pierre Cox. "These results open a new frontier in astronomy and prove that ALMA can indeed deliver on its promise of transformational science."
SDP.81 is one of five targets selected for study during the ALMA Long Baseline Campaign. The others include the protoplanetary disk HL Tau, the asteroid Juno, the star Mira, and the quasar 3C138. Papers describing these publicly available data and the overall outcome of the ALMA Long Baseline Campaign are to be published in theAstrophysical Journal, Letters."
www.sciencedaily.com/releases/2015/04/150407095345.htm